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domingo, 29 de maio de 2011

ALMA, CIÊNCIA E RELIGIÃO

145 – VIDA NA TERRA E NOUTROS PLANETAS
1 – Deus, o Grande Arquiteto do Universo, teria escolhido especialmente esse sujo de mosca que é a Terra, por algum motivo muito especial para a grande Criação Humana? Ou haveria gente também em outros planetas de diferentes galáxias?
R – Devo confessar a minha insignificância e pequenez para responder à pergunta formulada com relação aos Propósitos Divinos, criando a Terra para o crescimento e educação do Homem. Ainda assim creio a Terra é um mundo-escola verdadeiramente prodigioso pelos recursos de evolução que nos oferta, merecendo a nossa profunda gratidão e o melhor respeito. Acrescentamos, ainda, que acreditamos sinceramente na existência de outras Humanidades em outros Planos do Universo, com expressões de vida semelhante e de vida diferente da nossa.
146 – CRIAÇÃO
2 – Se Deus é bom e inteligente, por que perder tempo com as diferentes reencarnações, para purificação dos espíritos, fazendo a criatura prosseguir na grande escala de diferentes planos espirituais quando seria mais fácil criar o Homem já perfeito? Não haveria uma perda de tempo, digamos assim, muita burocracia nessa viagem Astral?
R – Admito seja lícito observar que Deus criou o Homem e permitiu que o homem criasse o Robô para avaliar a diferença.

sábado, 14 de maio de 2011

Tambores de Angola

Tambores de Angola

Robson Pinheiro Santos

Ditado pelo espírito Ângelo Inácio

A umbanda Está entre as manifestações mais cercadas de preconceitos. Desconhecida pela grande maioria da sociedade - ou mal - compreendida -, é alvo de avaliações injustas e até grosseiras. Por isso, esta é uma obra muito especial. Expondo de forma simples as origens da umbanda, a natureza de suas manifestações, os mitos que cercam os exus, pretos velhos e caboclos e a verdade sobre essas personalidades veneráveis, certamente colaborará para que essa bela expressão de religiosidade seja respeitada, admirada e amada.

Contribuirá, da mesma forma, para que se compreendam as diferenças entre Espiritismo e umbanda e entre esta e outras religiões que utilizam a mediunidade, uma vez que o desconhecimento dos homens tratou de confundi-lá e de considera-lá como uma só coisa.

Contando a história de Erasmino, portador de graves desequilíbrios não resolvidos pela ciência oficial, cuja mãe decide buscar auxilio na umbanda, tambores de angola traz-nos interessantes fatos a cerca de nossos irmãos trabalhadores umbandistas, deste e do outro lado da vida. Você vai encantar-se com este envolvente relato do Espírito Ângelo Inácio, vai compreender e aprender a amar essa filosofia de amor, carinho e sabedoria.

Boa Leitura

”Para bem conhecer uma coisa é preciso tudo ver, tudo aprofundar, comparar todas as opiniões, ouvir os prós e os contras.

Allan Kardec

Revista Espírita Setembro de 1866

 

Quer ler mais o livro, baixe AQUI

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O que é leitura - Maria Helena Martins

O que é Leitura - Maria Helena Martins

O que é leitura - Maria Helena Martins

O QUE É LEITURA

Resumo escrito:paedri

RESENHA
O que é leitura.
Maria Helena Martins, Série Primeiros Passos, Editora Brasiliense.

A psicanálise enfatiza que tudo quanto de fato impressionou a nossa mente jamais é esquecido <...>. Essa constatação evidencia a importância da memória tanto para a vida quanto para a leitura.”

“O que é Leitura” apresenta de início tipos de leitura, não somente ler palavras, mas fazer leitura de situações, sobretudo lutar para não nos tornarmos seres alienados. Em seguida nos explica de forma bastante curiosa que se não temos costume de ler podemos iniciar a qualquer momento, observando o que temos a nossa volta, aguçando nossa curiosidade de sermos autônomos “... deixar de ler pelos olhos de outrem.” Cita também exemplos de como pessoas notórias deixaram-se apaixonar pela necessidade da leitura,e, posteriormente alguns se tornaram escritores.
O assunto leitura se desenvolve em meio a críticas severas ao sistema de ensino de alfabetização e letramento. O livro nos remete a uma reflexão na falta de humanização do sistema educativo, quando se centraliza o saber ao invés do educador ajudar a desenvolver seus educandos. Podemos até imaginar, enquanto lemos o livro que nossos professores de ensino fundamental ou médio nos pediam para ler um livro e fazermos um resumo, resenha, síntese, enfim coisas que nunca nos explicaram “como se faz” , mas queriam e pronto, assim como: - “se virem”, os estudantes são vocês e o vestibular vem aí. Por isso a necessidade do “decoreba”. Somos levados a crer que o processo de alfabetização e letramento dura a vida inteira independente de condição social, bastando para isso ler e querer ler, construir conhecimento pessoal amando a vontade de saber mais com curiosidade buscando sentidos mais construtivos e alavancantes das palavras, respeitando, no ato da leitura, a subjetividade interior e a objetividade exterior.
Sem querer conceituar ou definir, mas discutir de o porquê da leitura, o livro nos apresenta três níveis de leitura que se relacionam, sem hierarquia, ao mesmo tempo, são eles: sensorial, emocional e racional. O nível sensorial traduz no primeiro contato com o texto ou situação. O nível emocional nos leva a interpretação subjetiva que o nível sensorial nos trouxe, enquanto que o nível racional (presente em textos narrativos) busca a interpretação correta, a objetividade dentro da situação ou texto em leitura. Pensando bem caso venhamos a ler um livro, assistirmos a um filme ou ouvirmos uma canção mais de uma vez poderemos ter várias interpretações, porque na combinação desses níveis apresentados serão em doses diferentes, abrindo espaço para um nível predominante. Não obstante as novas leituras também trarão novas interpretações porque adquirimos mais maturidade e isso facilita melhor entendimento do texto lido: novas possibilidades – novas reflexões.
O livro também nos evoca a considerar se a leitura é importante o passo seguinte seria tentar produzir textos, ou seja deixar de consumir a forma de como os autores lidos vêem o mundo para criar demonstrando como podemos analisar o que está a nossa volta.
O QUE É LEITURA Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/books/502949-que-%C3%A9-leitura/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Trecho do livro Sinal Verde - Chico Xavier

NOS  DOMÍNIOS  DA  VOZ
André Luiz

Observe como vai indo a sua voz, porque a voz é dos instrumentos mais importantes na vida de cada um.
A voz de cada pessoa está carregada pelo magnetismo dos seus próprios sentimentos.
Fale em tonalidade não tão alta que assuste e nem tão baixa que crie dificuldade a quem ouça.
Sempre aconselhável repetir com paciência o que já foi dito para o interlocutor, quando necessário, sem alterar o tom de voz, entendendo-se que nem todas as pessoas trazem audição impecável.
A quem não disponha de facilidades para ouvir, nunca dizer frases como estas: "Você está surdo?",
"Você quer que eu grite?", "Quantas vezes quer você que eu fale?" ou " já cansei de repetir isso".
A voz descontrolada pela cólera, no fundo, é uma agressão e a agressão jamais convence.
Converse com serenidade e respeito, colocando-se no lugar da pessoa que ouve, e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito.
Em qualquer telefonema, recorde que no outro lado do fio está alguém que precisa de sua calma, a fim de manter a própria tranqüilidade.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Sinal Verde.
Ditado pelo Espírito André Luiz.

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